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Distrito Sala
Detalhe Evento
A Senhora Oyu

A Senhora Oyu

Teatro & Arte | Cinema

TAGV

Auditório
Classificação Etária
Maiores de 12 anos
Bilhete Pago
A partir dos 3 anos
2017
jun
12
Realizado

Duração

95 minutos

Intervalo

Sem Intervalo.

Promotor

Universidade de Coimbra - Teatro Académico de Gil Vicente

Sinopse

Mizoguchi adapta o romance de Junichirô Tanizaki, acerca de repressão e amor proibido como forma de explorar a hipocrisia e relações incestuosas de uma família abastada no Japão do pós-guerra. Neste filme vimos reflectido o amor de duas irmãs pelo mesmo homem, Shinnosuke. Apresentado a Shizu, a irmã mais nova, como um potencial marido, apaixona-se por Oyu, a enviuvada irmã mais velha, cuja convecção proíbe de casar, sendo encarregue de criar o seu filho para que este seja o chefe da família do seu falecido marido. Oyu convence então a Shinnosuke e Shizu a casar para que possa manter-se perto do homem que ama.

Ficha Artística

com Kinuyo Tanaka, Nobuko Otowa, Yûji Hori, Kiyoko Hirai
origem Japão, 1951

Realizador

Kenji Mizoguchi

Informações Adicionais

Um programa dedicado ao mestre japonês KENJI MIZOGUCHI. Depois da exibição das obras CONTOS DA LUA VAGA (1953), A MULHER DE QUEM SE FALA (1954) e OS AMANTES CRUCIFICADOS (1954), em cópias restauradas, damos continuidade ao programa dedicado a MIZOGUCHI com as seis restantes obras - FESTA EM GION (1953), A SENHORA OYU (1951), A IMPERATRIZ YANG KWEI FEI (1955), O INTENDENTE SANSHO (1954), RUA DA VERGONHA (1956) e O CONTO DOS CRISÂNTEMOS TARDIOS (1939), filmes raramente exibidos e comercialmente inéditos.

Autor de uma obra vasta e única, KENJI MIZOGUCHI (1898-1956) é reconhecido como um dos três mestres do cinema japonês, juntamente com Yasujiro Ozu e Akira Kurosawa. Autor de 80 e poucas obras, muitas delas desaparecidas, MIZOGUCHI iniciou a sua carreira como actor, e realiza o seu primeiro filme em 1922. Os seus filmes, principalmente os da década de 1930, são considerados retratos essenciais de um Japão em transição, do feudalismo para a modernidade. Após a Segunda Guerra Mundial, foi redescoberto no Ocidente, em particular pela crítica de cinema francesa e por Jacques Rivette, já no final dos anos 50. Morreu aos 58 anos de idade, deixando uma obra marcada por temas como o sofrimento feminino e a reconstituição de histórias tradicionais japonesas.

Pontos de Referência

Praça da República

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